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  • Blogda Mamãe Modernex

    Um blog leve e cheio de dicas sobre gravidez, mães e bebês. Tudo feito com muito carinho pela Dermodex e pela mamãe Giovana. Boa leitura!

    O cordão umbilical, durante a gestação, é o meio de comunicação entre os corpos da mamãe e do bebê.  Após o nascimento  não é outra coisa senão uma cicatriz, e como tal,  irá sarando com o tempo.  A mamãe deve ficar atenta à higiene do local, utilizando ali, de forma bem suave, hastes de algodão e gaze esterilizada , embebidas em álcool 70%, em cada muda de fralda.

    Ainda na maternidade, a mamãe deve conversar com uma enfermeira do Berçário ou mesmo com o Pediatra,  a respeito de detalhes nos cuidados com o umbigo e,  se a mamãe tiver aflição na hora de fazer a limpeza corretamente, peça ajuda à vovó, à titia, à madrinha ou a alguém já experiente no assunto pois o umbigo é coisa séria! 

    Na foto acima, a Enfermeira Chefe do berçário onde o Lucca nasceu está me ensinando a dar banho nele e também me explicando todos os detalhes de cuidados e higiene com meu pequeno. Isso foi muito útil pra mim!  

    Voltando ao assunto, entre os 10 e os 20 dias posteriores ao nascimento, o cordão cairá e deixará essa marca que todos nós temos: o umbigo. Daí surge aquela antiga questão que permeia as cabecinhas de várias mães por aí: o que fazer com o cordão ?

    Pois é.  Se perguntarmos a um médico ele dirá para jogar no lixo já que é um material orgânico sem vida e sem valor.  Mas, se perguntarmos à uma avó, ou uma vizinha de mais idade, vamos entrar em um mundo novo onde, se duvidar, o cordão umbilical pode até mudar o rumo de uma vida!

    Bom, deixando as brincadeiras de lado, vamos a algumas idéias:  existem mamães que montam um álbum de primeiro ano de vida do bebê e ali encontram um lugarzinho para colocar o umbigo, já sequinho, dentro de um saquinho, assim como os cabelinhos que saíram no primeiro corte, e assim vai.  

    Outra coisa que já ouvi dizer várias vezes é que se deve enterrar o cordão sob uma roseira e, de preferência, em terras da família.

    Euzinha, vou contar pra vocês que achava meio estanho esse papo de guardar umbigo. Mas, quando o umbigo do Lucca caiu e eu não sabia o que fazer, minha sogrinha me disse: Guarda o umbigo com você, bem pertinho,  junto com suas coisas, que o Lucca vai ficar pra sempre pertinho de você.  Como eu não tive coragem de jogar fora, também não tinha roseira pra enterrar e, principalmente, os três filhos da minha sogra a adoram, não deu outra:  guardei com meus objetos mais pessoais!  Vamos ver se dá certo! rs…

    E vocês, meninas?  Têm sugestões?

    Depois do parto do Lucca recebi muitas visitas no hospital e em casa.  No hospital, apesar de um tanto irritada com as dores pós-cesariana, não me estressei com nada, tudo era festa.
    Após ir pra casa, comecei a me sentir muito arredia e  quando ficava sabendo que ia receber visitas  virava um bicho. Ficava irritada, de cara feia.  Fui mal-eduacada com muita gente. E as pessoas não tinham culpa.  Mas, acho que nem eu.  Era uma coisa muito forte, meio instintiva.  Eu não queria ver ninguém,  não queria falar com ninguém. E olha que todas as minhas visitas foram muito gentís e nenhuma foi, digamos, “folgada”, mas, mesmo assim, eu não me sentia bem.

    Isso durou cerca de quinze ou vinte dias.  Praticamente, o tempo certinho até eu me adaptar à nova rotina, conseguir amamentar sem dor, ter a minha cesárea cicatrizada, colocar ordem na vida.
    Foram dias difíceis e muitas mamães passam por isso. Por isso, na hora de visitar alguém que acabou de ter neném, não custa checar o manual de etiquetas e evitar qualquer detalhe que possa enfurecer uma nova mamãe.
    Aqui vão algumas ótimas dicas que encontrei pesquisando na internet:

    - Ligue para perguntar qual é o melhor dia para visitar. Há mulheres que ficam nervosas ou sentem dor nos primeiros dias – especialmente se fizeram cesariana.
    - Nunca apareça de surpresa. A mamãe pode estar envolvida em mil tarefas e sem condições de recebê-la.
    - Se você telefonar e a ligação cair na secretária eletrônica, não insista. Deixe recado e aguarde retorno.
    - Evite falar alto, fumar ou usar perfumes fortes perto da criança e da mãe.
    - Não comente assuntos que possam deixer a nova mãe angustiada. Ela precisa de muita segurança e serenidade durante essa fase.
    - Lembre de levar um presente não só para o nenê mas também para a mamãe e até para o papai – eles vão ficar felizes de ser lembrados numa hora em que todas as atenções se voltam totalmente para a criança.
    - Se for à maternidade, dê lugar a outras visitas, principalmente se o ambiente for pequeno e comportar um número pequeno de pessoas.
    - Programe uma visita de meia hora, no máximo.
    - Não fique corrigindo o comportamento da mamãe nem faça comentários que a assustem sobre o bebê, do tipo “como ele é pálido!” ou “olha que cabecinha pontuda!”
    - Se você levar seu filho pequeno junto, não deixe que ele incomode a mãe ou o recém-nascido.
    - Se a mãe for dar de mamar, deixe-a à vontade para ficar sozinha. Muitas mulheres não gostam de ter que amamentar diante de outras pessoas.
    - Só fique perto na hora do banho ou da troca de fraldas, se for convidada.
    - Não sobrecarregue a mãe, aparecendo para almoçar.
    - Lave as mãos antes de tocar no bebê e não faça visitas se estiver com tosse, conjuntivite, gripe etc. O sistema imunológico do recém-nascido é frágil e ainda está se desenvolvendo.
    - Não leve os seus amigos ou familiares para visitar o nenê – afinal, a mamãe não os conhece e não é momento de apresentações sociais, não é mesmo?
    - Ofereça-se para ajudar em alguma tarefa doméstica, caso perceba que a mãe precisa: lave uma louça ou leve uma pizza para o jantar, por exemplo.
    - Mesmo que a mamãe ofereça, evite aceitar cafezinhos, sucos ou qualquer coisa que dê trabalho a ela.
    - Não fique muito tempo nem chegue muito tarde. Lembre-se de que o pequenino precisa mamar de 3 em 3 horas, trocar fraldas e tomar banho – sem falar no descanso da mamãe.

    Vamos seguir as  dicas e boas visitas  !

    Tem coisa mais fofa no mundo do que um bebê engatinhando? Acho que não. No começo eles ficam meio desengonçados mas, depois de algum tempinho de treino, já dominam totalmente a modalidade. Olhando assim, de fora, parece ser uma tarefa fácil. Mas, se formos analisar, deve ser pra lá de complicado para um ser tão novinho coordenar todos os movimentos necessários para o engatinhar: ficar na posição de gatinho, equilibrar-se nas mãos e joelhos,  deslocar-se movimentando os membros de forma ordenada, olhar pra frente e ter noção de seu corpo e do espaço que tem. Realmente, tudo muito difícil mas, extremamente necessário para seu desenvolvimento futuro.

    Geralmente, eles começam o processo entre o sétimo e oitavo mês de vida e já entre o nono e décimo mês têm controle total sobre engatinhar.

    Mas, o ato de engatinhar não fica restrito apenas ao movimento acima descrito. A coisa é muito maior: nessa fase ele vai sentir o gostinho da liberdade e fará milhoes de descobertas. Com a liberdade, notará sua independência  e então perceberá  que ele e sua mãe são duas pessoas diferentes. Já as descobertas ficam por conta das diferentes texturas e temperaturas encontradas a cada novo piso que experimenta engatinhar. Tudo é uma imensa novidade! Podemos então afirmar que o chão é o primeiro parque de diversões do bebê.

    Especialistas de algumas correntes afirmam então que usar andador pode ser altamente prejudicial ao desenvolvimento sensório-motor do bebê, pois diminui a chance da criança exercitar-se naturalmente. E manter a criança sentada ou no colo o tempo todo também não é nem um pouco legal. O bebê deve ir pro chão e aproveitar todas as novidades possíveis e imagináveis. O Lucca chegou a usar o andador por um tempo,  mas era num período bem pequeno do dia e confesso que ele adorava. Corria feito um doido! E nessa época já era  “fera” em engatinhar.

    Pesquisando, num artigo muito bom que encontrei,  a fisioterapeuta Denise Gurgel dá algumas dicas para incentivar o bebê a engatinhar:

    • Faça massagens, como a Shantala para que o bebê descubra o próprio corpo, ajudando-o na formação da imagem corporal;

    • O ambiente precisa ser seguro, livre de objetos pontiagudos e quinas perigosas. Cubra as tomadas, tire toalhas das mesas, feche os armários e proteja as escadas. Se possível, engatinhe no chão, com certeza você enxergará os locais que oferecem perigo;

    • O chão deve ser espaçoso. Se preferir use um tapete apropriado ou um edredom sobre o chão (no meu caso, usei placas de EVA – protege do chao gelado, não escorrega e é reciclável!) e espalhe brinquedos para que ele se interesse em pegá-los;

    • Engatinhe junto ou atrás do bebê. Hoje você brincará de pegá-lo, mas logo ele dominará e essa brincadeira divertida terá outra seqüência;

    • Coloque-o sobre o edredom de barriga para baixo e faça o movimento de engatinhar segurando as pontas do edredom, para que ele sinta o movimento de engatinhar ( isso funcionou muito com o Lucca e a partir daí  foi que começou a engatinhar).

    Apenas não se enqueçam que cada bebê tem o seu tempo. Uns engatinham mais cedo outros mais tarde. O importante é  incentivá-los a curtir essa descoberta tão legal que talvez  seja a primeira viagem solo de sua vidinha!

    Um P.S. duplo muito especial: parabéns à Luiza (Potencial Gestante), nossa “cobaia” do Chá-de-Bebê, pelo nascimento do seu lindo Benjamin e parabéns ao Renato (Diário de um Grávido), um dos Padrinhos do Chá-de-Bebê, pela descoberta de que será papai novamente.

    Semana passada, fomos viajar. Em um certo momento, o Lucca estava com a avó no aeroporto e resolveu pular de seu colo e sair correndo . Para evitar que ele caísse ou fugisse, a vovó o segurou por um dos braços. E aí começou o nosso sufoco.
    Há algum tempo, o Lucca teve três episódios de um certo deslocamento no cotovelo provocado pelo movimento de segurar a crianca por um braço só.  Nos dois primeiros, por pura inexperiência, chegamos a achar que era manha pois ele alegava sentir muita, muita dor e de uma hora para outra a dor desaparecia. Na terceira vez, a dor não desapareceu. E ele gemia sempre que se mexia durante o sono. Aí quando ele acordou, o levamos a um Ortopedista que  explicou que se tratava de uma lesão simples, mas muito dolorosa, de deslocamento de cotovelo e apenas com uma leve torsão no braço, tudo ficou bem. Em segundos o Lucca voltou a sorrir e brincar.  O médico explicou que muitas vezes a lesao se desfaz sozinha,  por isso nas outras vezes, como magia, a dor passou. O doutor ainda ensinou o pai a fazer o movimento caso houvesse uma emergência. E isso foi o que nos salvou.
    Assim que tudo aconteceu, o Lucca começou a chorar desesperado. Fiquei super preocupada, queria um médico. Mas, onde estavamos, em Nova York, o médico não viria atender no Aeroporto. Teríamos que ir a um hospital, mesmo que de ambulância. E dai, perderíamos o vôo.
    Dei-lhe um remédio pra dor e esperamos alguns minutos. Minha esperança era que houvesse um médico a bordo do avião. Mas, num momento em que o Lucca parou de chorar, o papai pediu para ver o bracinho e ele, choramingando, mostrou. E o papai, num movimento rápido e preciso,  fez como o médico ensinou e,  alguns minutos depois, ao nos sentarmos na poltrona do avião, o Lucca já estava brincando normalmente, como se nada tivesse acontecido. Foi um alívio para todos nós.
    O  melhor mesmo é  um médico  avaliar e cuidar,  mas, num caso desses, foi muito bom saber como agir.
    Depois disso, os avós ficaram muito preocupados, achando que poderia ser algum tipo de doença. Como já  havíamos falado antes com um médico, eu e o papai ficamos tranquilos.  Resolvi postar aqui detalhes sobre esse problema para que todos possam tomar conhecimento de uma coisa muito comum de  acontecer, que causa muita dor à criança e que pode ser evitada com cuidados simples.

    Este artigo,  encontrado no site portaleducacao.com.br/fisioterapia foi bem esclarecedor para mim. Então, divido com vocês. Aqui vai:

    Entenda sobre a pronação dolorosa


    • O QUE É?
    É um pequeno deslocamento da cabeça do rádio em relação ao ligamento anular. O rádio é um dos ossos do antebraço e cabeça do rádio é a porção deste osso que participa da articulação do cotovelo. O ligamento anular envolve a cabeça do rádio como um anel. Esta lesão ocorre em crianças menores de cinco anos, devido à consistência mais elástica dos ligamentos e ao desenvolvimento ósseo incompleto.
    A história é quase sempre a mesma. A criança é puxada pela mão ou pelo antebraço; por exemplo, quando a mãe segura a criança para que esta não saia correndo pela rua, ou quando a criança é balançada pelos braços.
    • SINAIS E SINTOMAS:
    Eventualmente pode-se ouvir um pequeno estalo quando ocorre a lesão. A criança começa a chorar imediatamente e permanece com o braço imóvel ao lado do corpo, com o cotovelo dobrado. Normalmente após algum tempo a criança para de reclamar, desde que não movimente o braço ou toquem em seu cotovelo. Algumas vezes é possível que a criança com pronação dolorosa se queixe de dor no ombro ou punho.
    • COMO TRATAR?
    Leve a criança para o hospital o mais rápido possível. O ortopedista irá colocar o osso de volta em seu lugar, normalmente sem a necessidade de nenhum tipo de anestesia. Este procedimento é bastante simples, mas deverá ser realizado apenas por pessoas treinadas. Algumas vezes é possível que o problema se resolva espontaneamente antes da chegada ao hospital.
    Logo depois do procedimento os sintomas desaparecem e a criança volta a mexer o braço normalmente, sem dor.
    Algumas crianças têm maior predisposição a esta lesão e os episódios podem ser recorrentes. Isto não é motivo para preocupação, pois as lesões devem cessar com o crescimento da criança, não deixando nenhuma seqüela.
    • PREVENÇÃO:
    Evite puxar a criança pelas mãos conforme explicado anteriormente, especialmente se esta já tem história de pronação dolorosa. Neste caso oriente também a babá, os parentes e as outras pessoas que terão contato com a criança.

    Quando falamos em assaduras,  dá até um aperto no peito…  Nossos filhos são tão bem  cuidados,  mas a assadura teima em aparecer sob a fralda, e isso faz sofrer demais a nós e aos bebezinhos!  Todos os bebês são suscetíveis às assaduras, uma vez que todos usam fraldas, independente da marca.  Isso  se deve ao contato da pele com as fraldas úmidas, urinas, fezes e até materiais plásticos, que causam aquela irritação que chamamos de assadura ou dermatite. A alimentação e a estação do ano também têm influência no aparecimento de assaduras: no verão pela transpiração e no inverno pela dificuldade de se perceber se a criança urinou ou evacuou.

    Se o seu bebê está com assaduras, uma boa dica é adicionar uma colher de amido de milho à banheira, na hora de preparar o banhinho.  A água vai ficar branquinha e  vai aliviar  a  dor. Depois desse banho, o ideal para tratar a crise é o uso de alguma pomada de tratamento devidamente recomendada pelo Pediatra de confiança até que as assaduras sequem. Durante a pior fase, deixe de lado por um tempinho os lenços umidecidos.

    Uma boa dica para evitar o aparecimento das assaduras é: antes da troca de fraldas (que deve ser feita com bastante frequência), se fez xixi,  para higienizar, tenha à mão uma cumbuquinha com água morna e algodão.  Se fez cocô, prepare um banho e higienize com sabonete de glicerina e sempre seque bem. Daí, antes de colocar a fraldinha limpa, logo após a higienzação, passe a Dermodex Prevent, que funciona como uma barreira de proteção para a pele, diminuindo o atrito com a fralda.  Uma maravilha na proteção desses bumbunzinhos tão queridos!

    E você tem alguma dica para tratar as assaduras?  Divida com a gente!!

    A amamentação é uma das fases mais diferentes e importantes na vida de uma mulher.  Não são todas  as mulheres que querem amamentar e nem são todas que podem amamentar. Mas, na maioria das vezes, a natureza faz sua parte e tudo dá certo.
    Para aquelas mamães de primeira viagem, não vou mentir:  no começo, amamentar causa um certo incomodo.  Mas nada que não seja muito mais suportável do que várias loucuras que já fizemos no decorrer da vida,  como tirar as sobrancelhas com pinça, fazer depilação com cera, fazer reflexo com touca, etc.
    Sem contar a importância gigantesca da amamentação para a saúde e para o emocional do seu bebê.
    Durante o pré-natal, meu médico me ensinou a  massagear o seio,  virando o bico para um lado e depois para o outro. Disse também para tentar pegar um pouco de sol nos mamilos sempre que possível,  e me recomendou passar, durante os quatro últimos meses de gestação, uma pomada  à base de lanolina pura . Recomendou  também passar a bucha no seio durante o banho (o que eu não fiz -  não conseguia de jeito nenhum! ). Mas o resto fiz direitinho e durante a amamentação não tive maiores problemas.
    No início dói um pouquinho, até o seio acostumar. Daí, a coisa anda e são seis meses de pura praticidade. Não precisa carregar água, comida, leite em pó pra lugar nenhum. Onde voce vai, a cesta de piquenique de seu bebê está prontinha!
    Minha maior dica nesse assunto é usar a pomada de lanolina pura durante a gestação e continuar depois que o bebê nasce. Voce dá o peito pro bebê e quando ele termina de mamar, voce limpa gentilmente o seio com um algodão umedecido, seca e já  passa a pomada. Põe um protetor de seio e depois, na hora de dar mamar de novo, não precisa retirar a pomada. Ela não tem gosto, nem cheiro e não faz mal pro bebê.  Ele mama e voce repete a operação. O seio fica resistente e não racha mesmo!  Além disso,  a almofada de amamentar também é uma boa dica, pois ajuda muito a evitar dores nas costa e a acertar a posição.  Se a posição estiver errada, o bico dói mais.�
    Na Revista Crescer encontrei dicas de uma especialista para preparação  dos seios:
    · Sempre que possível, tome banho de sol nas mamas, por até 15 minutos, no horário das 8h às 10h;
    · Opte por sutiãs de algodão: são mais higiênicos e deixam a região mais ventilada;
    · Passe uma bucha vegetal nos seios enquanto toma banho, para estimular os mamilos;
    · Se o seio rachar durante a gravidez, use vaselina pura ou produtos à base de lanolina;
    · Conchas de amamentação ajudam a estimular o bico durante a gravidez.
    Coragem, meninas!  Vai ser a coisa mais gostosa do mundo dar o peito pro seu filho.  Ele vai te olhar no fundo dos olhos e te dizer te amo só com um sorriso!

    Desde que comecei a tentar engravidar, minha médica já me prescreveu o ácido fólico. E é um comprimidinho tão pequenino que a gente até desacredita que possa fazer algo de tão bom…rs!
    Como demorei quase dois anos para engravidar, durante todo esse tempo usei o suplemento, o que foi ótimo para minha saúde e para a do Lucca também.
    Na verdade, a recomendação autal dos ginecologistas para as mulheres que pretendem engravidar é que elas tomem ácido fólico por pelo menos três meses antes de engravidar e continuem a tomar durante o primeiro trimestre da gravidez.
    Mas, como nem sempre a gestação é programada, a maioria das mulheres começa a tomar a vitamina somente quando descobrem  que estão grávidas.
    Porisso, uma outra sugestão dos médicos é que todas as mulheres em idade fértil tomem 400 mcg (microgramas) de ácido fólico todos os dias.
    Essa idéia talvez seja bem válida, já que o folato, como é conhecido o ácido fólico, é fundamental para que a coluna do bebê se desenvolva corretamente, o que acontece nas primeiras quatro semanas de gestação, evitando defeitos do tubo neural, como falha no desenvolvimento do cérebro e medula espinhal.
    E as novidade são que, além disso tudo que já sabíamos, um estudo realizado por uma renomada universidade holandesa, revelou que mulheres que tomaram o suplemento tinham 20% menos risco de ter filhos com problemas cardíacos congênitos e, um outro estudo, da Universidade do Texas, mostrou que, se o suplemento pudesse ser usado por um ano antes ou mais, essa medida reduziria drasticamente o risco de um parto prematuro.
    Uma possível explicação para isso é que o organismo da mulher desde os primeiros dias da gestação, e até mesmo antes de ela engravidar, influencie diretamente no tempo de duração da gravidez.
    Aguns alimentos, como vegetais de folhas verde-escuras, frutas e grãos (feijões), têm essa vitamina, mas a quantidade que ingerimos na maioria das vezes não é  suficiente.
    Por isso, futuras mamães: de olho no ácido fólico!  Na proxima consulta com seu médico, este assunto deverá estar obrigatoriamente em pauta. Sem falta!

    Desde que nasceu, o Lucca chupa chupeta, sendo que quando era mais bebezinho, chupava apenas quando eu dava.  Se eu não desse, não pedia.
    Ultimamente, anda super apegado e vez ou outra clama por sua petas.
    Eu amava minha chupeta e usei até os seis anos. Não sei até que ponto isso é  sadio e faz bem ou faz mal. Mas,  não conheço nenhum problema fisico ou emocional que isso tenha me causado. Vale apenas lembrar que não estou incentivando o seu uso e tambem não sou contra quem não usa. Sem radicalismos!
    O Lucca se acalma muito com a petas na boca e relaxa rapidamente, o que acho ser bom. Dificil vai ser a hora de se despedir dela. Mas, cada coisa no seu tempo.
    Se o seu bebê também usa chupeta, existem algumas informações super válidas que voce deve ficar sabendo.
    Inicialmente, podemos falar sobre os modelos de chupetas,  já que são vários disponíveis no mercado. Existem aquelas que têm o bico redondo, outras com o bico ortodôntico, extistem as de bico de silicone, as de bico de latex. Mas, uma coisa temos que concordar: existe cada uma mais linda que a outra!
    Quanto à  escolha do formato do bico, vai do gosto do bebê. Ofereça diferentes formatos pra ver qual ele gosta mais. Mas, o melhor mesmo é  incentivá-lo a usar o ortodôntico. Na escolha do material do bico, cada um tem seu lado ruim. Com relação ao latex, deve-se levar em conta possíveis alergias do bebê ou de familiares e descartar seu uso caso seja necessário. Quanto ao silicone, é menos resistente às  mordidas e pode se partir muito rápido, devendo os pais ficarem atentos para que a crianca nao engula ou engasgue com um pedaço dela.
    Ao comprar verifique todas as informações da embalagem e procure por marcas que ofereçam procedência e qualidade no design e no material utilizado.
    Devemos estar atentas também com relação às instruções de uso e manutenção contidas na embalagem e escolher aquela que se adapte à faixa etária de seu filho.
    Segundo o INMETRO, toda embalagem deve conter as seguintes recomendações, nesta ordem de prioridade:
    a) ferver a chupeta antes de usar;
    b) não colocar laços ou fitas para prender a ponta da chupeta ao pescoço;
    c) examinar regularmente, jogando-a fora quando estiver danificada;
    d) não mergulhar a chupeta em substâncias doces, para prevenir cáries.
    Além disso, de acordo com a norma, a embalagem deve conter os dizeres:
    a) “Esta chupeta está de acordo com a NBR 10334″
    b) o nome e/ou símbolo e C.G.C. do fabricante.
    Vale a pena ficarmos bem atentas para não colocarmos à disposição de nossos bebês algo que não esteja dentro de todas as normas de segurança que ele merece!

    “Somos o Circo Dermodex
    Diversão pra quem quiser
    Aqui no circo é tão legal
    Pode vir com a turma toda que o circo é animal”

    O Circo Dermodex foi feito para você e para os seus pequenos. Como a maioria dos circos, ele é itinerante e traz as atrações clássicas: palhaço, malabares, mágico, domador, perna-de-pau, pirâmide humana etc.

    Após as apresentações, o picadeiro se transforma em um grande palco de atividades para a família toda. Tem oficina de catavento, massinha, customização de fantoches, maquiagem e escultura de balão.

    Amanhã (sábado, 07 de agosto) e domingo, o espetáculo estará no Rio de Janeiro, na Praça Edmundo Bitencourt, em Copacabana.
    No Ceará, mais especificamente em Fortaleza, estaremos também neste fim de semana na Praia do Futuro.

    Se você quer levar seus filhos para conhecer o Macaco Max, a elefantinha Dixy e toda a turminha Dermodex, brincar de maquiagem circense e participar de oficinas voltadas para crianças pequenas, acompanhe a agenda do nosso circo itinerante através do site.

    E se você já foi ao Circo, não esqueça de conferir suas fotos no site. É só digitar o código e baixar a imagem! E por falar em baixar, clique aqui e faça o download no nosso jingle.

    Aproveitem! ;)

    Domingo se aproxima e com ele o dia de comemorar uma data prá lá de especial: o Dia do Papai.
    A gente carrega os filhos nove meses na barriga, cuida, dá comida, dá banho, aguenta as birras e, quando a chega a noite e com ela o papai, nossas terríveis crias se transformam em anjos e correm apaixonadas em direção dele, como se não o vissem há séculos.
    Isso quando não cismam em nascer a cara do pai. Aí todo mundo olha pra você, acabada de amamentar e trocar fraldas a noite toda, e fala com o maior descaramento: Nossa! Mas, não tem nada de você! Puxou o pai todinho!
    Mas, vamos ser sinceras? Esses nossos queridos papais são mesmo seres especiais. Eles aguentam nossas TPMs, suportam nossas neuras quando demoramos a engravidar, ficam pacientemente ao nosso lado durante toda a gestação mesmo com toda a oscilação hormonal, muitas vezes nos acompanham no parto e são figuras de suma importância na educação dos nossos filhos. O Papai é o exemplo, é aquele que dá a última palavra, ele é o ídolo dos nossos filhos.
    Então, pensando bem, que mal tem eles terem nascido com a carinha dele? Ele é aquele que escolhemos para amar e dividir tudo na vida. Ele é aquele que faz o sacrifício de passar o dia longe dos filhos para conseguir uma vida melhor para a família. E ele é aquele que escolhe nossos presentes de Dia das Mães. Assim, prepare uma bela carne assada, um delicioso pudim de leite, ajude as crianças a escolherem um presente bem legal e dê um grande beijo nesse seu amor, porque ele merece. Afinal, ele é, simplesmente e especialmente, o pai dos seus filhos, oras!